Projetos

Como desenvolvedor e empreendedor, minha principal atividade é o desenvolvimento de sistemas, sites e apps. Alguns são feitos por encomenda, como freelancer ou terceirizado, mas a maior linha de trabalho é para enriquecer nosso portfólio de marcas mesmo.

Trabalhar por encomenda é bastante diferente de trabalhar na sua própria ideia. Até porque quando você cria e desenvolve uma ideia própria, você plantou uma semente que irá germinar e trazer frutos no futuro. Ao fazer algo mediante solicitação e projeto, você está resolvendo o problema de alguém e ganhando dinheiro mais rápido neste processo. As duas abordagens tem seus prós e contras.

Saiba um pouco mais.

Dapa Sistemas x marcas

Todos os meus trabalhos profissionais são feitos através da minha empresa Dapa Sistemas. Através da empresa, controlamos diversas marcas (registradas), que correspondem a diferentes linhas de negócio.

  • Dapasoft é a marca principal, a marca da própria empresa.
  • Rtisatto corresponde à marca para trabalhos terceirizados ou freelancer e portfólio de aplicativos.

Em ambas as frentes temos uma lista de colaboradores, que chamamos conforme a necessidade se impõe. Seja para suprir um projeto, para desenvolver um módulo de um sistema, ou um site. É a mágica da terceirização e subcontratação de mão de obra, que nos permite de forma flexível fazer desenvolvimento de sistemas, criação de apps, webdesign e hospedagem de sites. Temos parceiros para fazer logotipos e renovação de marca, marketing, além de consultoria de TI e negócios.

Também controlamos marcas correspondentes a linhas de sistemas ou aplicativos:

  • Rufus Lemure – conjunto de sistemas para gestão empresarial e nota fiscal eletrônica, no mercado desde 1999.
  • Homunk – o primeiro estúdio de escrita brasileiro, uma ferramenta feita para escritores.
  • FnCalc – sistema de BI e IA aplicada, tem funções de análise bem interessantes.

De quiser saber mais é só visitar dapasoft.com.br.

Tecnologias - uma reflexão

Sou programador desde meus 15 anos, em 1993. Comecei por conta própria com um manual de Clipper Summer 87 e um Quick Basic 4.5 em um 286 usado. Na prática foi a primeira vez que consegui ter um computador, e desmontar, montar, formatar e reconfigurar aquele monstrinho me ensinou bastante.

Na época em que HD era coisa cara, você tinha um enorme de 20Mb – que era o que conseguia pagar – e ativava as opções de compactação de disco do DOS 6.22, pra poder limitar as áreas danificadas do seu disco, hehehe. Na época eu morava em Ijuí, então Internet era uma fábula distante – usar BBS era coisa de rico, daí só ouvi falar em Linux lá pelo ano de 1998, já morando de volta em Caxias do Sul.

Em geral gosto de linguagens sem frescuras, como Kotlin, GO e Python. Detesto javascript, pois junta todas as fontes causadoras de problemas em uma gambiarra só, além de novamente ter sintaxe semelhante a C e Java. Viva o conceito de WebAssembly! Acho Java simpático – mas não consigo levar à sério depois da compra pela Oracle. Não consigo gostar de C#, apesar de ser obrigado a utilizar às vezes. Se o analisador é esperto o suficiente pra entender fim de linha, pra que terminar com ponto e vírgula?! Há anos desisti do Delphi porque odiava dois pontos igual e ponto e vírgula.

Enfim, é questão de gosto de cada um. Mas pondo o puritanismo de lado, meu foco é produtividade. Por isso hoje trabalho principalmente com tecnologia Microsoft e com VB.NET, e gosto de linguagens de programação sem tanta pontuação. Prefiro mil vezes “end function” do que “}”. Daí a dizer que uma linguagem seja mais fácil que outra, acho bobagem, é só como falar outro idioma. Ou vamos todos programar em assembly e comentários em Hiragana pra mostrar o quão inteligentes nós somos.

E sou dos adeptos da ideia de que a Microsoft se engana redondamente ao achar que VB.NET seja uma linguagem de segunda linha e que só tenha foco pra desktop. Isto mostra o quão pouco ela parece entender o desenvolvedor profissional – onde importa código claro, bem feito e a produtividade.

Sem querer levantar polêmica. É bom ter várias opções, mas se você paga pela tecnologia, deveria ser levado à sério.

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